
Uma oficina mediada por inteligência artificial.
Tiro na LuaPrioridades com origem, por território, para levar às seccionais.
A contribuição do Sebrae visível em cada tema e em cada entrega.
Educação ligada ao desenvolvimento local, de dentro para fora, para o jovem não precisar ir embora.
O mediador mantém a mesa no que cabe no convênio: 30% olhar para trás, 70% para frente, sem virar lista de desejos.
Cada dirigente marca os desafios do último encontro que ainda pesam na sua rede. A sala começa com o mapa, por território.
Mesas de um mesmo território escrevem como seria 2027 dar certo, a prova disso e a condição para acontecer.
Os temas do convênio, avaliados pela sala, e os temas novos escolhidos com o próprio grupo. Cada um escolhe o que quer carregar.
As prioridades aparecem no telão, com a origem. Dois dirigentes contam o antes e o depois da parceria com o Sebrae, e a sala ganha uma bússola.
O facilitador vê todas as mesas ao mesmo tempo.
Frentes de trabalho, cada uma com a origem.
Uma página para cada território.
Para quem não foi sentir que foi.
das competências centrais dos trabalhadores devem mudar até 2030. O que ganha valor é pensar junto e decidir bem.
Fórum Econômico Mundial, Futuro dos Empregos 2025. O pensamento analítico segue como a competência mais pedida.
Servem para a próxima reunião com os coordenadores, com ou sem IA.
Para cerca de 70 dirigentes, umas 15 mesas.
Celular ou tablet com carregador, e tomadas por perto.
Que aguente todas as mesas conectadas ao mesmo tempo.
Para o relógio, as perguntas e o que a sala constrói.
A partir do relatório da Manu, com a Hyrla; a proposta segue para a UNDIME ajustar.
Enviado pela UNDIME, para a tarde já começar ouvindo cada dirigente.
Dirigentes que já vivem a parceria, um deles presente. Preparamos juntos antes.
Mesas de 3 a 6 pessoas, internet testada antes do dia 23 e um telão.